Covid-19: Portugal com 470 mortos e 15.987 infetados

11/04/2020 às 00:00
covid

Portugal regista hoje 470 mortos associados à covid-19, mais 35 do que na sexta-feira, e 15.987 infetados (mais 515), indica o boletim epidemiológico divulgado pela Direção-Geral da Saúde (DGS).

O relatório da situação epidemiológica, com dados atualizados até às 24:00 de sexta-feira, indica que a região Norte é a que regista o maior número de mortos (258), seguida da região Centro (113), da região de Lisboa e Vale do Tejo (87) e do Algarve, com nove mortos.

O boletim dá hoje conta de três óbitos nos Açores.

Relativamente a sexta-feira, em que se registavam 435 mortos, hoje observou-se um aumento percentual de 8% (mais 35).

De acordo com os dados disponibilizados pela DGS, há 15.987 casos confirmados, mais 515, o que representa um aumento de 3,3% face a sexta-feira.

 

Doença matou mais de 103.000 pessoas em todo o mundo

A pandemia da doença provocada pelo novo coronavírus (SARS-CoV-2) já matou cerca de 103.000 pessoas em todo o mundo e infetou mais de 1.700.770 em 193 países e territórios, de acordo com um balanço divulgado pela France-Presse (AFP).

No balanço realizado pela AFP às 12:00, a partir de fontes oficiais, os Estados Unidos continuam a ser o país com mais casos confirmados da covid-19, mais de 500.000, tendo sido o primeiro a passar as 2.000 mortes pelo novo coronavírus em apenas um dia.

O número de mortos nos Estados Unidos subiu para mais de 18.000, aproximando-se de Itália, o país até ao momento com mais mortes provocadas pela covid-19 (18.849).

Seguem-se a Espanha, com 16.353 mortos, a França (13.197) e o Reino Unido (8.958).

Em Espanha, o número de mortos nas últimas 24 horas, 510, desceu pelo terceiro dia consecutivo.

Desde o balanço referente às 19:00 de sexta-feira, a AFP contabilizou mais cerca de 2.200 mortes e mais 36.660 pessoas infetadas em todo o mundo.

Nesse balanço, a France-Presse dava conta de pelo menos 335.900 pessoas consideradas curadas.

A AFP adverte que os números que colige poderão refletir apenas uma fração do total de infeções, uma vez que a maioria dos países apenas está a testar as pessoas que demonstram sintomas ou que requerem tratamento hospitalar.

Lusa

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