Os Municípios da Golegã e da Chamusca tinham interditada a circulação rodoviária na ponte da Chamusca por causa de abatimentos na estrada junto à ponte na margem norte do Tejo, ou seja, na Golegã.
O encerramento foi preventivo enquanto aguardavam as avaliações técnicas da Infraestruturas de Portugal. E a IP esteve durante todo o dia a avaliar a situação e a decisão foi mesmo de encerrar a ponte a qualquer tráfego rodoviário.
O Município da Golegã informou na tarde desta quarta-feira que na sequência da informação prestada pela Infraestruturas de Portugal, "(…)foi detetada instabilidade num talude de aterro localizado na EN243, ao km 46+950, no sentido Golegã–Chamusca.
Por este motivo, foi implementado corte total da circulação rodoviária entre o km 43+500 (Rotunda do Cavalo - Golegã) e o km 47+800 (entroncamento com a EN118), abrangendo os concelhos da Chamusca e da Golegã.
A interdição, implementada esta terça-feira, pelas 23:20 horas, está devidamente sinalizada no local, não sendo possível, de momento, indicar uma data para a reabertura da estrada.
Na mesma nota é referido que na sequência do reporte efetuado pela Câmara Municipal da Golegã na noite de dia 10 de fevereiro, e face à elevada pluviosidade que tem ocorrido nos últimos dias, equipas de Engenharia da Infraestruturas de Portugal e da Agência Portuguesa do Ambiente estiveram esta quarta-feira, às 10h30, junto ao local, avaliando a estabilidade do talude.
A informação transmitida ao Município da Golegã, é a de que o talude não apresenta risco de rotura, mas que por motivos de prevenção a Infraestruturas de Portugal irá ampliar a zona de circulação alternada, evitando cargas nas zonas que apresentam padrão de fissura na crista do talude.