O MIAA – Museu Ibérico de Arte e Arqueologia, em Abrantes, inaugura no dia 11 de abril (sábado), às 16 horas, a exposição “MATER – a partir da Coleção da CGD”, dia em que também se celebram 150 anos do nascimento da Caixa Geral de Depósitos.
A mostra apresenta os resultados da residência artística, com obras inéditas de Hugo de Almeida Pinho, Mariana Vilanova e Sofia Mascate, objetos nunca mostrados da Coleção Estrada (em depósito no MIAA) e obras da Coleção da Caixa Geral de Depósitos dos artistas Álvaro Lapa, Eduardo Batarda e José Leonilson.
Com curadoria de Sara Castelo Branco, a exposição insere-se no ciclo “Desconcentrar”, dedicado à criação artística em territórios de baixa densidade populacional (no Caramulo, Idanha-a-Nova, Abrantes e Guarda durante o biénio 2025-2026).
A matriz é um espaço vital, do qual algo é gerado, que se relaciona com uma ordem uterina presente na raiz dos elementos. A partir desta dimensão matricial, a exposição “MATER” aborda a matriz como uma força de tecedura entre práticas e objetos.
Os artistas convidados dão continuidade à sua prática em cruzamento com o MIAA e o território de Abrantes, desenvolvendo trabalhos sobre e com as comunidades, o ambiente natural e construído, as manifestações plurais da história da arte e a ativação de saberes populares. Durante três meses de residência os artistas, Hugo de Almeida Pinho, Mariana Vilanova e Sofia Mascate, produziram obras em contexto local que se irão cruzar com obras da Coleção Estrada e da Coleção da CGD.
A exposição pode ser visitada até 21 de junho de 2026, de terça a domingo, das 10h00 às 12h30 e das 14h00 às 17h30.
Horário de funcionamento do MIAA: Terça-feira a domingo das 10:00 às 12:30 e das 14:00 às 17:30 (ao domingo, a entrada é gratuita)
Morada: Jardim da República, 25, 2200-343 Abrantes (Convento de S. Domingos)
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