A segunda edição do ciclo "Quintas do Médio Tejo: Visit, Taste and Lounge" chegou ao fim no passado dia 18 de julho, depois de reunir 230 participantes em seis experiências de enoturismo realizadas em adegas e quintas vitivinícolas do Médio Tejo.
Promovida pela Comunidade Intermunicipal (CIM) do Médio Tejo, em parceria com os Grupos de Ação Local ADIRN, Pinhal Maior e TAGUS, a iniciativa decorreu entre os meses de maio e julho e voltou a apostar na promoção do património vitivinícola e dos produtores da região.
Ao longo do programa, os participantes tiveram oportunidade de visitar a AgroWine – Quinta do Valle da Louza e a Quinta do Côro, ambas no concelho do Sardoal, a Quinta Casal das Freiras e a Adega da Gaveta, em Tomar, a Adega Fonte Fundeira, em Mação, e a Adega Carlos Sousa – CPS, em Ourém.
Mais do que provas de vinhos, cada sessão proporcionou um contacto direto com os produtores, permitindo conhecer os espaços onde os vinhos são produzidos, os métodos de vinificação, os projetos familiares e as histórias que estão na origem de cada adega.
A CIM Médio Tejo destaca que os seis encontros, realizados ao final da tarde, contribuíram para dar visibilidade aos recursos endógenos do território e para reforçar a identidade vitivinícola da região, proporcionando experiências que conjugam património, gastronomia, cultura e turismo.
A iniciativa integra o projeto europeu HITTS – Heritage Innovation, Territory, Tourism and Sustainability, coordenado pela CIM Médio Tejo e cofinanciado pelo programa Interreg Sudoe, que aposta na valorização do património como fator de desenvolvimento sustentável e de promoção turística dos territórios.
Com o balanço positivo desta segunda edição, o ciclo "Quintas do Médio Tejo" reforça a sua afirmação como uma das iniciativas de referência na divulgação da oferta enoturística da região, aproximando produtores, visitantes e amantes do vinho, ao mesmo tempo que promove o Médio Tejo como um destino de excelência para o turismo vínico e de experiências.
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