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Médio Tejo: Autarcas do Médio Tejo querem medidas urgentes falta de médicos

16/05/2022 às 11:11
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O Conselho Intermunicipal da CIM do Médio Tejo voltou a fazer uma análise sobre Cuidados Primários de Saúde no Médio Tejo na reunião da passada quinta-feira, 12 de maio.

Quer individualmente, quer no âmbito intermunicipal, vários autarcas têm manifestado junto do Governo e da Administração Regional de Saúde de Lisboa e Vale do Tejo (ARSLVT), a sua preocupação pelas percentagens elevadas de população sem médico de família, e sem capacidade de resposta por parte dos serviços de saúde.

Já a 31 de março, recorda a CIM, os autarcas tiveram a oportunidade para expressar esta mesma preocupação junto dos responsáveis da Administração Regional de Saúde de Lisboa e Vale do Tejo (ARSLVT), da Unidade Local de Saúde de Castelo Branco (ULSCB), do Agrupamento de Centros de Saúde do (ACES) Médio Tejo e da Administração Central do Sistema de Saúde (ACSS). A mensagem incidiu na preocupação e ausência de planeamento pela situação a que se chegou presentemente no que diz respeito aos cuidados primários de saúde.

Nesta mesma reunião, em março, foi garantido pelo representante do ACSS que seriam lançados no mês de abril novos concursos e de que o Médio Tejo seria considerado.

Agora a CIM revela que lamentavelmente, em meados de maio verificamos que a situação nas últimas semanas tende a agravar-se com a aposentação de mais médicos de família que estavam ao serviço no Médio Tejo. Em comunicado a estrutura refere que “certo é, que já há muito se sabia por parte das entidades competentes que estes médicos se aproximavam da idade da reforma, devendo nessa altura serem acauteladas todas estas situações.”

Assim, os autarcas do Médio Tejo ”apelam a que rapidamente sejam tomadas medidas extraordinárias que alterem o rumo de degradação e ineficácia de resposta da Rede de Cuidados de Saúde Primários no Médio Tejo. De igual modo, deliberaram solicitar uma audiência à Sra. Ministra da Saúde.”

Ainda na mesma nota da CIM, os autarcas relembram que “que os Cuidados de Saúde Primária constituem um elemento central do Serviço Nacional de Saúde com importantíssimas funções de promoção da saúde e prevenção da doença, prestação de cuidados de saúde, e no acompanhamento e proximidade às populações.”

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